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De quem é a relação com o fã, e os dados por trás.
A pergunta que isso levanta para qualquer produtor é curta: de quem é a empresa que guarda o seu público, e ela também vende os seus ingressos?
O email dilui uma lista ruim em meses de entregabilidade caindo. O SMS coloca a mesma lista na sua fatura no primeiro disparo.
Perdemos no preço e perdemos na mecânica de lançamento. Eis onde, e eis a única pergunta que reordena a comparação mesmo assim.
Ninguém que deu o nome na porta aceitou ouvir de você em março. A distância entre essas duas coisas tem a largura de uma caixinha, e é disso que trata o texto.
Todo comparativo ordena essas ferramentas por temas, blocos e gráficos de cliques. Nada disso sobrevive a uma troca de plataforma. Uma coluna sobrevive.
A maioria das ferramentas cobra por guardar sua lista, não por usá-la. Se você envia algumas vezes por mês, paga aluguel por gente que mal aciona.
Um CRM comercial acompanha um negócio até o fechamento. Um fan CRM acompanha uma pessoa de um evento ao outro. Mesma palavra, outro objeto, e é aí que tudo se decide.
Todos concordam que você deve possuir sua audiência. Bem poucos possuem a parte que dá valor a uma audiência: o que cada pessoa realmente comprou.